Ex-modelo da Prada e ator com
uma carreira de 15 anos em
pequenos papéis, Norman Reedus
transformou-se em estrela graças
ao personagem Daryl, da série
"The Walking Dead".
A ironia é que o personagem não
existia no projeto inicial da série
e foi criado porque a produtora
Gale Ann Hurd e o realizador
inicial de "Walking Dead", Frank
Darabont, ficaram impressionados
com o teste que Reedus fez para
papel de Merle, o caipira racista
interpretado por Michael Rooker.
"Como Michael já estava
contratado, resolveram criar um
irmão caçula para Merle", Reedus
conta. "No primeiro esboço, ele
era igualzinho a Merle, racista,
violento…. E não durava muito
tempo vivo…"
Conversas entre Reedus e os
roteiristas de "Walking Dead"
acabaram modificando seu
personagem de um "mini-Merle"
no rapaz durão, mas sensível que
o público adora—especialmente o
público feminino. "Me mandam
cartas – cartas mesmo, como
antigamente.", Reedus conta.
"Compõem canções pra mim…
um grupo adotou um lobo num
santuário animal, em meu nome.
Vivo recebendo caixas com carne
de esquilo congelada [um dos
pratos favoritos do seu
personagem]."
O presente mais fora do comum
que Reedus já recebeu foram os
implantes de silicone dos seios de
uma fã. "Uso como apoio para o
meu celular, no meu trailer no
set de filmagem", ele diz.
Reedus se sente "lisonjeado" com
a adoração das fãs, mas o que
mais gosta em seu papel é, ele
admite, "andar imundo e não ter
ninguém que reclame". Reedus
gosta tanto que costuma "roubar"
porções extras da "terra" usada
para sujar os atores durante a
filmagem.
"Gosto de ficar extra-sujo", ele
diz. "Infelizmente já me avisaram
que vou passar a próxima
temporada limpinho o tempo
todo…"
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